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Venezuela condena contínuas agressões dos EUA contra presidente Nicolás Maduro PDF Imprimir E-mail

venezuelafla1531674684A Venezuela denunciou e condenou mais uma vez as contínuas agressões promovidas diretamente pelo governo dos Estados Unidos contra o presidente Nicolás Maduro.

Através de sua conta no Twitter, o chanceler, Jorge Arreaza, afirmou que é "absolutamente inaceitável e injustificável que funcionários do governo de Donald Trump participem de reuniões para alentar e promover ações violentas de setores extremistas com o fim de atentar contra a democracia venezuelana e a paz nacional".



No sábado, Arreaza denunciou "os planos de intervenção e apoio a conspirações militares do governo dos Estados Unidos contra a Venezuela" depois da publicação no jornal  The New York Times da matéria  "O governo de Trump discutiu um possível golpe de Estado com militares rebeldes na Venezuela".

O jornal assegura que a administração do presidente Donald Trump, teria se reunido com militares venezuelanos "rebeldes" para planejar um golpe de Estado contra o mandatário nacional, Nicolás Maduro.

Segum o jornal, um diplomata estadunidense se reuniu pelo menos três vezes com os golpistas. Os dois primeiros encontros no ano passado e o terceiro no começo de 2018.

"Inicialmente, o governo considerou enviar Juan Cruz, um agente veterano da Agência Central de Inteligência (CIA) que recentemente renunciou a seu posto como principal autoridade normativa da Casa Branca em assuntos da América Latina. No entanto, os advogados da Casa Branca dissseram que seria mais prudente enviar um diplomata", diz parte da matéria do The New York Times.

No dia 4 de julho a agência de notícias The Associated Press (AP) publicou que um alto funcionário da Casa Brancia revelou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, teria perguntado a seus assessores por quê os EUA não poderiam simplesmente invadir a Venezuela. O magnata imperial lançou sua ameaça no final de uma reunião em agosto do ano passado para discutir as sanções unilaterais contra a Venezuela.

Através de sua conta no Twitter, Arreaza reiterou neste domingo que a pátria venezuelana é soberana e Independente, "conta com uma democracia sólida e com uma Revolução popular que se faz respeitar por todos os meios e que sempre rechaçará toda forma de intervencionismo e ingerencismo nos assuntos internos dos povos do mundo".

 

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