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Governo bolivariano rejeita sanções impostas pelos Estados Unidos aos funcionários do Estado venezuelano PDF Imprimir E-mail

COMUNICADO OFICIAL2017

1A República Bolivariana da Venezuela rejeita categoricamente a repetida pretensão do Governo dos Estados Unidos de América de impor, ilegalmente, sanções unilaterais contra altos funcionários do Estado venezuelano, em violação do direito internacional e dos propósitos e princípios consagrados na Carta das Nações Unidas.


2. A República Bolivariana da Venezuela alerta à comunidade internacional sobre essas novas ações hostis e pouco amigáveis por parte dos EUA contra a pátria de Bolívar, que fazem parte de uma nova onda de agressão ao início de um novo ano em que teremos eleições presidenciais em nosso país.


3. Com esta nova ação, é claro que o regime dos EUA busca preencher o vazio deixado pela oposição venezuelana, após três derrotas eleitorais importantes em 2017, visando dobrar à população venezuelana através de sanções e sabotagem destinadas a enfraquecer nossas instituições nacionais e reativar a violência que o venezuelano superou e rejeitou com força através da votação.


4. A República Bolivariana da Venezuela rechaça categoricamente, além disso, os planos desestabilizadores que avançam desde a Embaixada dos Estados Unidos da América em Caracas, com a intenção de promover a destruição violenta da democracia em nosso país e a geração de caos social.


5. A República Bolivariana da Venezuela enfatiza diante dos Povos Livres do mundo que todas as sanções, sejam elas quais forem, afetam, sem dúvida, diretamente todas as mulheres e homens venezuelanos, porque Isso repercute, entre outros, na nossa capacidade soberana de negociar dívidas e importar bens de consumo básicos, como alimentos e medicamentos. É, portanto, uma ação criminosa e hostil contra o nosso povo nobre.


6. A República Bolivariana da Venezuela convida novamente o Governo dos Estados Unidos da América a se concentrar, entre outras coisas, na resolução das profundas desigualdades sociais e políticas que afligem 99% de sua população, sincerar o tráfego de influência da equipe presidencial, porém a violência racial contra pessoas de descendência africana, em vez de fingir ser um porta-voz de uma estatura moral que nenhum povo lhe concedeu.


7. A República Bolivariana da Venezuela, reafirmando que é um país livre, soberano e independente, ratifica que nem seu povo nem suas instituições nacionais serão submetidos aos projetos de qualquer poder estrangeiro, enquanto continuará a repudiar qualquer tentativa que possa tentar contra a paz, a democracia e à estabilidade social da nação.

Caracas, 05 de enero de 2018

 

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